sábado, 16 de março de 2013

15 de Março de 2013



Quando o vento sopra, e as árvores da floresta ao lado da casa murmuram, quando passa uma música nostálgica numa estação de rádio qualquer, quando estamos sozinhos, tudo se consegue imaginar. 
Eu consigo ver-me. De mala às costas, viajar o mundo, ser a sua filha. 
Correr-me coragem nas veias, para puder mudar de lugar cada vez que me farto das pessoas – e, às vezes quando me farto de mim.

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