sexta-feira, 29 de março de 2013

29 de Março de 2013

- "Foi sol de pouca duração
- Que se pode dizer? Tu és a lua. o sol contigo não dura muito. babe, o que tu precisas é de uma estrela ahaha"


quinta-feira, 28 de março de 2013

28 de Março de 2013

Ser fria não é uma opção que a vida te dê, não é como se pudesses escolher um dia. A vida vai-te fazer fria e de um momento para o outro. 
Um dia vais acordar um dia e sentires que já não sentes nada.

sábado, 16 de março de 2013

15 de Março de 2013



Quando o vento sopra, e as árvores da floresta ao lado da casa murmuram, quando passa uma música nostálgica numa estação de rádio qualquer, quando estamos sozinhos, tudo se consegue imaginar. 
Eu consigo ver-me. De mala às costas, viajar o mundo, ser a sua filha. 
Correr-me coragem nas veias, para puder mudar de lugar cada vez que me farto das pessoas – e, às vezes quando me farto de mim.

17 de Março de 2013



O vento batia-me na cara, suave e ligeiro, como sempre o fazia, mas hoje era como se fosse uma carícia calculada a cada segundo da sua duração. Por momentos senti-me em casa. O perfume que a aquela bela e velha roseira emanava, fazia-me viajar até aqueles tempos de jogos de ignorância com bolas de trapo.
Tinha saudades daquela rotina que marcava os meus dias felizes, o som das portadas de madeira escurecida pelo tempo a roçarem-se como se fossem dois irmãos a dançar ao som da melodia, que esse mesmo vento fazia com as árvores, as brincadeiras com as portadas. O cheiro a velho, o som gasto e a visão pouco nítida, fizeram-me relembrar que a viagem não seria apenas uma breve e fresca memória daquilo que o fora antes, mas sim o que tratará a seguir.
Todo o tipo de bicho com cores da terra, coloria as escadas esverdeadas pela chuva que apodrecia, os búzios das brincadeira esquecidos que, embora gastos faziam lembrar os tempos faz-de-conta, tornavam cada passo meu, um tumulto na minha alma e aclamavam por uma vingança, ou, pelo menos, uma luta justa.

sexta-feira, 15 de março de 2013

15 de Março de 2013



Quando o vento sopra, e as árvores da floresta ao lado da casa, murmuram, quando passa uma música calma numa estação de rádio qualquer, quando estamos sozinhos, tudo se consegue imaginar. Eu consigo ver-me. De mala às costas, viajar o mundo, ser sua filha. Corajosa. Sim, era isso que eu gostaria que me corresse nas veias: coragem.




Puder mudar de lugar cada vez que me farto das pessoas – e, às vezes quando me farto de mim.

quarta-feira, 13 de março de 2013

13 de Março de 2012

Muitos não percebem o porquê de haver milhões de pessoas que equilibram as suas vidas através da imagem das religiões, mas muitos não percebem também o porquê da fé. Eu mesma não o percebo. Exista quem deposite a sua fé nas religiões, há quem acredite na Mãe Natureza, há quem acredite em si mesmo. Mas será que quanto mais for sobrenatural  a sua fé, existem mais probabilidades de coisas impossíveis acontecerem?
A fé não é algo que evita as coisas más de acontecerem. A fé é algo que te ajuda a passar esses momentos maus. Todo o ser humano é fraco por natureza, precisa de algo superior a ele para conseguir enfrentar os obstáculos da vida, algo que o transcenda, algo que possa culpar ou algo a quem possa agradecer. É uma forma de superar as viscosidades da vida.