Quando o vento sopra, e as árvores da
floresta ao lado da casa, murmuram, quando passa uma música calma numa estação
de rádio qualquer, quando estamos sozinhos, tudo se consegue imaginar. Eu
consigo ver-me. De mala às costas, viajar o mundo, ser sua filha. Corajosa.
Sim, era isso que eu gostaria que me corresse nas veias: coragem.
Puder mudar de lugar cada vez que me
farto das pessoas – e, às vezes quando me farto de mim.
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