sábado, 12 de janeiro de 2013

12 de Janeiro de 2013



A nação está como está. O retrato do pais é o mesmo desde à um século atrás. Nada se modificou: uma agricultura precária, decadente, uma indústria que fica atrás de todas as outras, a política é corrupta.

Ninguém se respeita. Não existe solidariedade entre cidadãos. Já não se crê na honestidade dos homens públicos. A classe média cada vez mais estabelece-se na imbecilidade e na estagnação, na inercia. O povo está na desgraça. Os serviços públicos estão a ser deixados numa rotina entorpecida. O desprezo pelas ideias aumenta a cada dia. Uma pessoa dentro da “caixa” é considerada o ideal para ocupar cargos altos, uma vez que é mais fácil de ser maleável e influenciada. O tédio invadiu as almas assim como a mediocridade. A ignorância pesa sobre o povo como um nevoeiro.

O descalabro económico cresce, cresce, cresce… O Comercio extenua. A indústria enfraquece. O salário diminui e enfraquece o poder de compra criando miséria, e viciando cada vez mais o ciclo económico.

O estado é considerado na sua acção fiscal como um ladrão e encarado como um inimigo.

O país está perdido e ninguém se ilude. Será que perdemos totalmente a inteligência ou estaremos só adormecidos, como um grande monstro, ou apenas um gatinho?

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