Julgo que todos nos recordamos ainda do
desaparecimento de provas do negócio da compra dos submarinos, do
correio electrónico do Parlamento Europeu da eurodeputada Ana Gomes que
na altura apresentou queixa na Procuradoria-Geral da República e veio-se entretanto a saber que uma das magistradas auxiliar no processo
mantinha uma relação amorosa com o presidente da empresa que forneceu os
peritos para a investigação...
Agora, um novo desaparecimento mas desta vez do Ministério da Defesa (MD) (que imaginação!!!). Sobre isto o Procurador João Ramos do Ministério Público (MP) despacha arquivando com o argumento que se desconhece qual o destino dado à maioria da dumentação da aquisição dos submarinos.
Um processo que custou milhões e milhões aos contribuintes portugueses(as)arquiva-se assim... Afinal o que escondiam os documentos?
Que fez o MP na altura quando Paulo Portas, antes de abandonar o Ministério da Defesa, contratou uma empresa privada encarregue de fotocopiar documentos, cujos empregados afirmaram ver e ler em muitas das lombadas a referência “Confidencial”?
Só o facto de se fazer cópias documentos oficiais de um Estado de um governo já era motivo mais do que suficiente para o MP iniciar de imediato buscas e guardar em lugar seguro todos os processos do negócio dos submarinos.
Por acaso o MP foi saber que conteúdos continham as 61 mil e 893 fotocópias. Seriam na verdade notas pessoais do foro íntimo de Paulo Portas conforme ele afirmou nas televisões? ou seriam respeitantes à negociação dos submarinos da responsabilidade da antiga equipa ministerial de Paulo Portas? Parece que nunca vamos saber quem terá feito desaparecer e porquê os documentos....
Na verdade preocupa-me por um lado a invocação "em nome do equilibrio das contas públicas" os sacríficios brutais que se estão a exigir às famílias portuguesas, epor oujtro serem os mesmos que continuam a fazer negócios em nome do Estado Português....
Agora, um novo desaparecimento mas desta vez do Ministério da Defesa (MD) (que imaginação!!!). Sobre isto o Procurador João Ramos do Ministério Público (MP) despacha arquivando com o argumento que se desconhece qual o destino dado à maioria da dumentação da aquisição dos submarinos.
Um processo que custou milhões e milhões aos contribuintes portugueses(as)arquiva-se assim... Afinal o que escondiam os documentos?
Que fez o MP na altura quando Paulo Portas, antes de abandonar o Ministério da Defesa, contratou uma empresa privada encarregue de fotocopiar documentos, cujos empregados afirmaram ver e ler em muitas das lombadas a referência “Confidencial”?
Só o facto de se fazer cópias documentos oficiais de um Estado de um governo já era motivo mais do que suficiente para o MP iniciar de imediato buscas e guardar em lugar seguro todos os processos do negócio dos submarinos.
Por acaso o MP foi saber que conteúdos continham as 61 mil e 893 fotocópias. Seriam na verdade notas pessoais do foro íntimo de Paulo Portas conforme ele afirmou nas televisões? ou seriam respeitantes à negociação dos submarinos da responsabilidade da antiga equipa ministerial de Paulo Portas? Parece que nunca vamos saber quem terá feito desaparecer e porquê os documentos....
Na verdade preocupa-me por um lado a invocação "em nome do equilibrio das contas públicas" os sacríficios brutais que se estão a exigir às famílias portuguesas, epor oujtro serem os mesmos que continuam a fazer negócios em nome do Estado Português....
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